Não podemos desistir de viver

Siga-nos:
Siga-nos pelo E-mail
YouTube
YouTube
Instagram
Facebook
Facebook
Google+
Google+

Eu estava finalizando um artigo sobre a Oktoberfest de Munique no exato dia que ocorreu o atentado em frente ao shopping de Munique. A primeira coisa que veio a minha mente foi parar de escrever e não publicá-lo pelo menos por enquanto. Eu já havia subido um vídeo para o YouTube sobre a cidade de Munique e acabado de subir sobre a Oktoberfest de Munique. Mas aí eu pensei, por enquanto quando? Fica difícil para mim fingir que isso não está acontecendo. Mas eu não poderia desistir.  Apesar de todos os problemas no mundo não podemos desistir de viver. O que resta de nós, então? Nos isolarmos dentro de nossas próprias casas de todos os perigos do mundo?  Já passamos por guerras mundiais, por tantas outras guerras… Mas felizmente muitos de nós conseguimos sobreviver e continuamos escrevendo a nossa história. É certo que não existe alguém no mundo imune de sofrer qualquer tipo de violência. Afinal existem vários tipos de violência. Mas se tratando da integridade física, a chance de sermos vítimas de ato violento era mais eminente em locais considerados de alto risco. Com relação a Munique, a cidade teve a terceira colocação em qualidade de vida na Europa Ocidental e a quarta colocação no mundo. Esses levantamentos foram apresentados no primeiro trimestre de 2016 pela norte-americana Mercer, maior empresa de consultoria de recursos humanos do mundo. Nós fizemos um vídeo apresentando esses dados coletados pela prestigiada empresa. Há também um outro vídeo sobre as cidades mais seguras do mundo.

Não podemos desistir de viver

Não podemos desistir de viver

Existe, então, algum lugar considerado seguro no mundo hoje em dia? Eu, sinceramente, não tenho essa resposta.  Nos isolarmos dentro do nosso próprio mundo; nos privarmos do nosso direito de ir e vir; nos trancarmos em casa como prisioneiros de nós mesmos; mudarmos a nossa rotina; e a nossa moradia… Tudo isso pode até nos salvaguardar por um tempo, mas até quando? Não quero passar uma ideia pessimista. Muito pelo contrário: não podemos desistir de viver. De explorar esse mundão chamado Planeta Terra, cheio de belezas infinitas, que até então é o único lar que conhecemos.

A partir do momento que eu comecei a explorar o mundo constantei que ele é muito maior do que a nossa imaginação é capaz de perceber. Tive a dimensão do quanto somos pequenos. Cada um de nós somos um grãozinho de areia imperceptível no univerno. Não entendo porque existe tanta maldade e tanto ódio no coração de tantas pessoas. Todos nós somos um único ser: somos a Raça Humana.

Obs.: Eu acabei não terminando o artigo sobre a Oktoberfest de Munique. Eu comecei a escrever este post e depois não consegui me concentrar em mais nada. Consegui terminá-lo após dois dias. Se quiser conferi-lo clique aqui.

Leia também...

2 Responses

  1. Carolina Belo disse:

    Pois é Drika, é meio complicada essa questão, pois acabamos nos tornando prisioneiros, como você mesma disse. E nem mesmo o isolamento dentro de casa é garantia de que vamos estar realmente protegidos! O negócio é cada um se firmar em suas crenças, pedir proteção e enfrentar a vida. Afinal, o mundo está aí, gigante (mas ao mesmo tempo micro), esperando para ser descoberto. Se ficarmos perdendo tempo com nossos medos, NÃO VAI DAR TEMPO DE VIVENCIAR TUDO!!!!!
    No entanto, gostaria de complementar que é claro que fico SUPER compadecida com essas pessoas que sofrem essas violências gratuitas. Isso não deveria existir e todos deveriam ter as mesmas chances de ter uma vida boa e de paz…
    Um super beijo
    Carolina
    Blog Viajar correndo

    • Drika Crestari disse:

      Obrigada pela visita e pelo seu comentário, Carol. Nós sabemos muito bem o que é isso pois vivemos no Brasil… Não gosto de comentar sobre as desgraças do mundo. Evito ver noticiários sobre violência pois isso me deixa muito mal. Ao invês disso procuro ocupar minha mente com o trabalho e com coisas positivas. Procuro ser feliz e aproveitar a vida pois ela é bastante curta e estamos aqui só de passagem. Também concordo que o isolamento dentro de casa não é garantia de que estaremos a salvos. Esse post que escrevi foi mais um desabafo. O mundo é o que é e não vai mudar. Um super beijo no seu coração.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Siga-nos